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Aventura e Dever

Aventurar-se é excursionar pelos limites da atividade humana e descobrir novas dimensões. Não é lutar contra a Natureza, mas conhecê-la. Não é opor-se a outros homens, mas ajudá-los. Não é pôr em risco sua existência porque exige preparo e prevenção. Não é fuga da realidade porque exige ação sobre sua própria realidade. É procurar construir um mundo melhor e mais justo. “É procurar ser útil na vida cotidiana e não apenas em circunstancias excepcionais”.

Toda atividade humana (trabalho) visa alcançar um ou mais objetivos, e exige de cada um criatividade, dever e ética.

Criatividade para desenvolver múltiplas possibilidades.

Dever para optar, com seus conhecimentos, pôr uma destas e segui-la com determinação até alcançar seus objetivos.

A ética é necessária para julgar os efeitos de sua ação em seu próximo e na Natureza.

“O dever e a aventura não são dois caminhos contrários e colisivos oferecidos à capacidade de opção humana, mas se fundem num único caminho. Um não saberia ir longe sem o outro. Os que aceitam o dever sem aceitar a aventura nele entranhada haverão de levar existências pálidas, vítimas da rotina. E os que julgam ser a aventura a porta da evasão que os sonega ao dever, também estão antecipadamente condenados. E após a fuga e a exaltação, a febre e o gasto encontrarão o desencontro. O tédio do aventureiro é irmão gêmeo do tédio do burocrata. Na decepção de ambos, enraíza-se a evidência de que tanto um como outro andaram pôr um dos acostamentos do caminho da vida. E esta (a vida) que é aprendizagem e resultado, não dispensa tributo do tirocínio pessoal para entregar a cada homem a soma de sua verdade”.

O nosso maior desafio é enfrentar o dia-a-dia, descobrir as aventuras da vida cotidiana e vivê-las, não aceitando apenas sobreviver.

Autor: Elio J.B.Camargo – Contato: elio@melhorias.com.br

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